sábado, 3 de abril de 2010

Mineiro avança em Bells Beach

Adriano de Souza manobra durante a primeira fase Rip Curl Pro 2010. Foto: © Kirstin / ASP World Tour.


Por Redação Waves.com.br


Depois de quatro adiamentos seguidos, a ansiedade dos surfistas era tão grande para competir que eles mesmo pediram ao diretor de prova para o Rip Curl Pro Bells Beach ser iniciado no sábado. As condições não eram as melhores ainda, com séries irregulares de 1 metro no mar em transformação. Mas, a segunda etapa do ASP Tour 2010 começou assim mesmo, logo após a vitória de Stephanie Gilmore sobre a peruana Sofia Mulanovich no feminino.

Foram realizadas dez das dezesseis baterias da fase classificatória. Quatro dos cinco representantes do Brasil competiram e só Adriano de Souza estreou com vitória, passando direto para a terceira rodada do Rip Curl Pro. Ele não deu chances aos seus adversários e ganhou por 15,07 pontos, placar que foi superado apenas pelo defensor do título em Bells, Joel Parkinson. O australiano cravou exatos 16 pontos no penúltimo confronto do dia.

Nele, o paulista Gabriel Medina, um dos três convidados da Rip Curl para esta etapa, ficou em segundo lugar, superando o experiente Chris Davidson. Mas, só o vencedor se classifica e os outros dois caem para a repescagem. Ele agora vai encarar um dos gêmeos Hobgood, o campeão mundial de 2001, C. J., na segunda bateria da repescagem. E o outro, Damien Hobgood, será o adversário de Neco Padaratz na quarta. O catarinense ficou em último na disputa vencida pelo líder isolado do ASP One Ranking, Taj Burrow.

Já seu conterrâneo, Marco Polo, foi o segundo colocado na bateria de estréia do nove vezes campeão mundial Kelly Slater, mas ainda não sabe quem pegará no sexto duelo da repescagem. Slater foi o primeiro cabeça-de-chave a vencer no sábado. Outros quatro norte-americanos como ele já haviam sido mandados para a repescagem. O havaiano Andy Irons despachou Dane Reynolds na bateria inaugural do Rip Curl Pro 2010, o australiano Luke Stedman superou Damien Hobgood, o francês Jeremy Flores derrotou Bobby Martinez em sua última onda e C. J. Hobgood perdeu para o português Tiago Pires. Em seguida os brasileiros começaram a estrear.

Com notas 8 e 6 nas duas melhores ondas que surfou, Kelly Slater ganhou fácil a quinta bateria. Marco Polo só conseguiu somar 8,16 pontos e o veterano Mick Campbell apenas 7,84, com os dois indo para a repescagem. Na disputa seguinte, o paulista Adriano de Souza igualou a nota 8 de Slater e ainda computou um 7,07 para fazer o maior placar do dia até ali, 15,07 pontos, contra 11,56 do australiano Blake Thornton e 10,77 do havaiano Kekoa Bacalso.

Mineirinho saiu do mar e entrou Neco Padaratz para encarar o líder do ranking, Taj Burrow, além do número 1 do WQS no ano passado, Daniel Ross. Os dois australianos pegaram as melhores ondas que entraram na bateria e Burrow levou a melhor marcando 14,26 pontos, contra 13,27 de Ross, com o catarinense ficando em último com 9,13 pontos. O bicampeão mundial Mick Fanning confirmou o favoritismo na bateria seguinte, assim como Joel Parkinson, que bateu os recordes de Adriano de Souza com a nota 8,17 e os 16 pontos do placar da vitória sobre Gabriel Medina.

Este foi o penúltimo confronto do sábado em Bells Beach e no último mais um cabeça-de-chave foi despachado para a repescagem, Bede Durbidge. Três australianos disputaram essa décima bateria e Bede ficou em último na vitória de Adrian Buchan. Restaram seis para fechar a fase de apresentação dos 48 participantes do Rip Curl Pro e o potiguar Jadson André é o único brasileiro que ainda não estreou em Bells Beach. Ele pega o australiano Tom Whitaker e o norte-americano Brett Simpson na 13.a bateria, ou a terceira do próximo dia de competição na Austrália.

Foi marcada uma chamada para as 7:30 horas do domingo de Páscoa na Austrália e a expectativa é de que as disputas sejam reiniciadas as 8:00 horas, pois as ondas já estavam subindo durante todo o dia no sábado.

Marquinho espanca no Rio

Marco Fernandez está na sexta fase do Quiksilver Pro Junior. Foto: Pedro Monteiro.


Por Redação Surfbahia.com.br

O baiano Marco Fernandez mandou bem nas pequenas ondas da Barra da Tijuca (RJ) e garantiu vaga na sexta rodada da etapa de abertura da seletiva sul-americana para o Mundial Sub-20.

No terceiro round, ele estreou com notas 4.50 e 5.23 na bateria vencida pelo chileno Guillhermo Satt, deixando para trás o peruano Martin Jeri.

Em seguida, Marquinho obteve 3.33 e 6.17 na vitória sobre o catarinense Yuri Gonçalves e os paulistas Renan Argemiro e Lucas Dantas.

A quinta rodada foi emocionante. O baiano liderou o duelo praticamente todo o instante com 4.00 e 5.87.

Nos segundos finais, Miguel Pupo escapou da marcação do pernambucano Ian Gouveia e achou uma esquerda salvadora no inside para descolar 6.57 e pular de terceiro para primeiro lugar.

Em segundo ficou Marquinho, seguido por Ian e o gaúcho Bruno Lopes, quarto colocado. "Quando passei a liderar, procurei controlar o pico porque só tinha esquerda na bateria e eles (Miguel e Ian) ficaram tentando dar a volta em mim pra dominar o pico da esquerda. Fui remando na frente deles e não deixei, aí Miguel pegou uma onda fraca no fim da bateria e na volta virou pra primeiro com uma valinha no inside", comenta Fernandez, 18 anos.

Nas quartas-de-final, Fernandez enfrenta o catarinense Alejo Muniz, o paranaense Peterson Crisanto e o paulista Sidney Guimarães em busca de uma vaga na semifinal homem-a-homem.

O outro confronto reúne o capixaba Krystian Kymmerson e os paulistas Caio Ibelli, Jessé Mendes e Miguel Pupo.

Novamente deu Stephanie

Stephanie Gilmore volta a ser imbatível e vence Rip Curl Women's Pro em Bells Beach, Austrália. Foto: © Kirstin / ASP World Tour.

A australiana Stephanie Gilmore voltou a badalar o sino da vitória no Rip Curl Pro Bells Beach na Austrália. A tricampeã mundial agora também é tri na etapa mais tradicional do ASP World Tour.

A peruana Sofia Mulanovich não conseguiu repetir o feito da brasileira Silvana Lima, que no ano passado bateu o furacão australiano na final. Com 22 anos completados em janeiro, Gilmore segue firme na busca pelo tetra mundial com duas vitórias no ano.

A vice-campeã nas duas últimas temporadas, Silvana Lima, foi mais uma vez barrada pela australiana Chelsea Hedges nas quartas-de-final. Ela competiu numa hora ruim do mar e não achou nenhuma onda boa para poder continuar defendendo o título do Rip Curl Pro. Foi a segunda derrota seguida nesta mesma fase para Hedges, computando dois quintos lugares em 2010.

Depois, a australiana perdeu para a peruana Sofia Mulanovich na semifinal que ficou empatada em 10,50 pontos. A vaga na final foi garantida pela nota 6,40 da sua quarta onda, contra 5,33 da maior de Chelsea Hedges. Mas, a última onda de Mulanovich foi que possibilitou a classificação da peruana. Com a nota 4,10 recebida, igualou o placar da soma do 5,17 com o 5,33 das duas primeiras ondas surfadas pela australiana na bateria. Aí levou a melhor no desempate.

Na primeira semifinal, se enfrentaram as donas das duas melhores apresentações do dia. Sally Fitzgibbons bateu a havaiana Coco Ho no primeiro duelo do sábado por massacrantes 16,50 x 3,34 pontos. No segundo, Stephanie Gilmore alcançou 17,34 somando duas notas 8,67 em duas ondas seguidas. No confronto das recordistas, não entraram muitas ondas boas para elas repetirem o show e Gilmore confirmou a primeira vaga na final por 13,50 x 10,67 pontos.

Nas outras baterias das quartas-de-final, Silvana perdeu para Chelsea Hedges por 9,33 x 4,83 pontos e Sofia Mulanovich ganhou de Melanie Bartels por 9,93 x 7,67 pontos. A havaiana tinha vencido a peruana na Gold Coast e largado em segundo lugar no ASP Women´s Tour 2010. Agora, Mulanovich e Bartels dividem a vice-liderança no ranking da temporada, atrás da invicta Stephanie Gilmore, que festejou sua terceira vitória seguida, incluindo a última de 2009.

A peruana chegou a ficar em dúvida se competiria ou não no sábado, devido a fortes dores nas costas. Mostrou muita determinação, porém o desgaste físico agravado pela contusão acabou interferindo em sua atuação na decisão. A australiana começou forte e praticamente liquidou a fatura nas primeiras ondas que surfou, somando o 6,67 da segunda com a nota 8,00 da terceira, que foi a maior da bateria. A melhor da Sofia foi a sua última que valeu nota 6,00 e apenas serviu para diminuir a diferença no placar encerrado em 14,67 x 10,00 pontos.

O ASP Women´s Tour 2010 agora parte para a etapa que marca a estréia da Nova Zelândia no calendário, o TSB Bank Women´s Surf Festival, nos dias 11 a 16 de abril na Surf Highway 45, em Taranaki. Depois, elas voltam a Austrália para o quarto desafio do ano, com a cearense Silvana Lima defendendo o título do Commonwealth Bank Beachley Classic nos dias 21 a 26 de abril em Sydney. Já a etapa seguinte será na América do Sul, com o Movistar Peru Classic apresentado pela Rip Curl sendo antecipado neste ano, de outubro para 05 a 10 de junho em Lobitos, Peru.


Resultado do Rip Curl Women's Pro

1 Stephanie Gilmore (Aus)

2 Sofia Mulanovich (Per)

3 Sally Fitzgibbons (Aus)

3 Chelsea Hedges (Aus)

5 Coco Ho (Haw)

5 Rebecca Woods (Aus)

5 Silvana Lima (Bra)

5 Melanie Bartels (Haw)

17 Bruna Schmitz (Bra)


Ranking feminino depois de duas etapas

1 Stephanie Gilmore (Aus), 2.400 pontos

2 Sofia Mulanovich (Per), 1.524

2 Melanie Bartels (Haw), 1.524

4 Chelsea Hedges (Aus), 1.512

5 Coco Ho (Haw), 1.308

5 Sally Fitzgibbons (Aus), 1.308

7 Silvana Lima (Bra), 1.104

7 Rebecca Woods (Aus), 1.104

9 Paige Hareb (Nzl), 720

9 Rosanne Hodge (Afr), 720

9 Jessi Miley-Dyer (Aus), 720

9 Carissa Moore (Haw), 720

9 Lee Ann Curren (Fra), 720

14 Bruna Schmitz (Bra), 540

14 Amee Donohoe (Aus), 540

14 Claire Bevilacqua (Aus), 540

14 Nikita Robb (Afr), 540

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Alejo destrói na Barra

Alejo Muniz faz bela estreia no Quiksilver Pro Junior. Foto: Pedro Monteiro.


Por Ader Oliveira

O catarinense Alejo Muniz não decepcionou na estreia e arrepiou as pequenas ondas da Barra da Tijuca (RJ) para brilhar na terceira fase do Quiksilver Pro Junior 2010, etapa de abertura da seletiva sul-americana para o Mundial Sub-20.

Em ondas fracas de até meio metro, Alejo fez uma bela apresentação e registrou as maiores pontuações da prova até o momento ao somar notas 7.83 e 6.23.

De volta às competições, o ubatubense Matheus Toledo descolou 4.67 e 5.33 para avançar em segundo, deixando em terceiro o pequeno catarinense Luan Wood.

Extremamente confiante, Alejo abriu a disputa com boas batidas e rasgadas numa esquerda que rendeu 7.83.

Em seguida, o catarinense de Bombinhas jogou duro de frontside e obteve 6.23 para totalizar o maior somatório do Quiksilver Pro Junior até o momento.

Com a performance, Alejo lidera a briga pelo prêmio DC Shoes Best Wave, que oferece R$ 1 mil ao autor da maior nota na Barra da Tijuca.

"Acho que este é o campeonato no qual estou me sentindo mais em casa. Estou aqui com vários amigos de Santa Catarina e num evento do meu patrocinador", diz Alejo, 20.

"Nunca havia participado de uma competição do meu patrocinador aqui no Brasil, mas estou bem tranquilo por disputar a seletiva do Pro Junior pelo quinto ano consecutivo. Entrei calmo, procurei me divertir e achei as ondinhas certas", continua o catarinense.

Alejo falou também da briga pelo DC Shoes Best Wave. "Por enquanto estou liderando, mas logo, logo serei superado porque vários nomes de alto nível ainda vão estrear. Acho que eles vão ultrapassar minha nota, mas espero me dar bem nas próximas baterias e quando enfrentá-los estar preparado para fazer o meu melhor", revela o atleta.

Atual 13o colocado no ranking unificado da ASP, Alejo sofreu duas derrotas prematuras nas últimas etapas do WQS disputadas na Austrália.

O catarinense caiu logo na estreia no 6 estrelas Prime em Margaret River e no 6 estrelas disputado na Tasmânia.

"Eu fiquei um mês inteiro doente antes do campeonato e voltei a surfar faltando dois dias para viajar para a Austrália. Porém, isso não é desculpa porque eu já estava recuperado. O problema foi que não consegui achar as ondas certas e errei a tática nos dois campeonatos. Estava com a mesma prancha que estou surfando aqui, ela está muito boa. Acho que faltou um pouco mais de concentração e saber me posicionar melhor na hora da bateria", comenta Alejo.

O novo sistema utilizado pela ASP no circuito mundial tornou ainda mais acirrada a briga pela classificação ao World Tour.

"Acho que está um pouco mais difícil que antes. Fácil nunca foi, mas acho que o complicado é as etapas de status Prime valerem tantos pontos em relação aos eventos 6 estrelas. Hoje em dia, se você quiser ter um resultado no 6 estrelas que sirva para entrar no ranking, você precisa fazer ou uma semi ou uma final. Antes, um nono lugar num 6 estrelas contava ponto para você entrar no World Tour. Mas acho que está igual para todo mundo, então continua a mesma coisa no final das contas", conclui o atleta.

Clique aqui para ver as fotos...

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Super Surf agora é Internacional

O tradicional evento ingressa no circuito internacional e traz para o Brasil estrelas de 19 países.


Por Redação Super Surf

A 11ª edição do mais tradicional circuito de surf das praias brasileiras agora será disputado por estrelas internacionais. A partir deste ano, o SuperSurf passa a realizar etapas do circuito WQS (World Qualifying Series), válidas para o ranking mundial que seleciona os surfistas credenciados a disputar as provas da elite do esporte.

Atletas do Havaí, Austrália e Estados Unidos participam dessas etapas e vão enfrentar, nas praias daqui, feras como Neco Padaratz, Marco Polo, Peterson Rosa, Raoni Monteiro e Jadson André. Para esta temporada, esperam-se as presenças dos australianos Nathan Hedge e Josh Kerr, dos americanos Eric Geilseman, Anthony Petruso e Nathaniel Curran, do havaiano Tonino Tayne, do sul africano Travis Logie e do tahitiano Alain Riou. No total, serão 144 atletas de 19 países competindo no WQS SuperSurf International.

Com essa nova configuração, o SuperSurf também facilita o acesso dos brasileiros ao “dream tour” do surf, o ASP Tour, considerado a copa do mundo desse esporte. Todos os campeões de etapas do WQS SuperSurf Internacional vão acumular pontos no ranking mundial.

AS ETAPAS

A edição 2010 do WQS SuperSurf Internacional começa em Ubatuba entre os dias 4 e 9 de maio. Trata-se de um evento cinco estrelas do WQS — com premiação dos participantes de US$ 120 mil. Já as etapas seguintes serão realizadas nas cidades de Florianópolis entre os dias 10 e 15 de agosto, Maresias de 28 de setembro a 3 de outubro e Rio de Janeiro de 25 de outubro a 31 de outubro.

O WQS SuperSurf Internacional – uma realização da Editora Abril – já renovou patrocínio com a Nicoboco, empresa que já tem tradição no evento. Para os patrocinadores, a exposição é multiplataforma: televisão (por meio da cobertura da ESPN), revistas da Abril (Quatro Rodas, Placar, Playboy, VIP e Runner´s Health), Jornal Placar, internet, além de visibilidade no próprio evento.

Folga em Bell's Beach

Claire Bevilacqua está na terceira fase do Rip Curl Pro Women's 2010. Foto: © ASP / Kirstin.


Por Redação Waves.com.br


As ondas permanecem fracas em Torquay e a direção do Rip Curl Pro 2010 optou por manter a prova adiada na última quarta-feira.

A competição é válida como segunda etapa do World Tour e conta com as categorias Masculina e Feminina.

A cearense Silvana Lima deu show na estreia e aguarda a realização do terceiro round, enquanto a paranaense Bruna Schmitz está fora da briga.

Já os homens ainda não entraram em ação nas lendárias direitas de Bell's. Uma nova chamada acontece às 18:30 horas (horário de Brasília) desta quinta-feira para avaliação das condições do mar.

Oitavas-de-final do Rip Curl Women's Pro 2010

1 Coco Ho (Haw) x Lee Ann Curren (Fra)
2 Sally Fitzgibbons (Aus) x Carissa Moore (Haw)
3 Rebecca Woods (Aus) x Paige Hareb (Nzl)
4 Stephanie Gilmore (Aus) x Tyler Wright (Aus)
5 Silvana Lima (Bra) x Nikita Robb (Afr)
6 Chelsea Hedges (Aus) x Rosanne Hodge (Afr)
7 Melanie Bartels (Haw) x Jessi Miley-Dyer (Aus)
8 Sofia Mulanovich (Per) x Claire Bevilacqua (Aus)

Primeira fase do Rip Curl Pro 2010

1 Dane Reynolds (EUA), Andy Irons (Haw), Nate Yeomans (EUA)
2 Damien Hobgood (EUA), Luke Stedman (Aus), Matt Wilkinson (Aus)
3 Bobby Martinez (EUA), Jeremy Flores (Fra), Tanner Gudauskas (EUA)
4 C.J. Hobgood (EUA), Tiago Pires (Por), Travis Logie (Afr)
5 Kelly Slater (EUA), Mick Campbell (Aus), Marco Polo (Bra)
6 Adriano de Souza (Bra), Kekoa Bacalso (Haw), Blake Thornton (Aus)
7 Taj Burrow (Aus), Daniel Ross (Aus), Neco Padaratz (Bra)
8 Mick Fanning (Aus), Kai Otton (Aus) e Stuart Kennedy (Aus)
9 Joel Parkinson (Aus), Chris Davidson (Aus) e Gabriel Medina (Bra)
10 Bede Durbidge (Aus), Adrian Buchan (Aus) e Adam Robertson (Aus)
11 Jordy Smith (Afr), Patrick Gudauskas (EUA), Jay Thompson (Aus)
12 Taylor Knox (EUA), Michel Bourez (Tah), Adam Melling (Aus)
13 Tom Whitaker (Aus), Jadson André (Bra), Brett Simpson (EUA)
14 Kieren Perrow (Aus), Ben Dunn (Aus), Dusty Payne (Haw)
15 Fredrick Patacchia (Haw), Owen Wright (Aus), Drew Courtney (Aus)
16 Dean Morrison (Aus), Luke Munro (Aus), Roy Powers (Haw)

Rudá fecha com Smolder

Equipe Smolder pronta para a temporada 2010. Foto: Divulgação Smolder.


Por Redação Surfbahia.com.br

A marca Smolder acaba de contratar o baiano Rudá Carvalho, atual campeão pan-americano e revelação do circuito brasileiro profissional.

O atleta de 22 anos foi a Fortaleza (CE) e assinou contrato na última terça-feira (30/3), na sede da empresa.

Agora, o ilheense residente em Olivença vai disputar todas as etapas do WQS no Brasil e as provas do Nordestino Pro, Brasil Tour e Brasil Surf Pro.

Rudá também fará uma viagem internacional para lapidar o surf em ondas perfeitas. O destino ainda não foi definido pelo atleta.

"Eu me sinto muito realizado, pois estou com a oportunidade de fazer parte de uma grande empresa e tenho muito orgulho disso. Quero muito agradecer a Rafael Forti (diretor de marketing) e toda a família Smolder", comemora Rudá.

"Também tenho muito a agradecer a todos que me ajudaram até hoje. A começar por Adalvo Argolo e seus irmãos Jânio, Ademar e Brício. Meu amigo e às vezes pai Gabriel Macedo e meu amigo pessoal Ader Oliveira, que me indicou para a Smolder e sempre me ajudou. Sem eles eu não seria ninguém no surf. Nem de Oli (Olivença) teria saído porque sempre fui bem tranquilo e não fazia muita questão de competir (risos)", diz o baiano.

Rudá também agradece às pessoas que o patrocinaram em outras ocasiões. "Quero dizer obrigado a Jaime Carneiro, Leo, Rogério Barçante e Cecília. Tive a oportunidade de trabalhar com eles e fui muito bem tratado pelos antigos patrocinadores, não tenho nada a reclamar de ninguém. Agora é honrar a Smolder e justificar o investimento que eles estão fazendo em mim. Quero muito dar conta do recado e não vejo a hora de começar a trabalhar", fala Rudá.

"Também não posso esquecer da minha mãe e meu pai, que me deram tudo pra ser quem sou até hoje; minha namorada (Lorrhana), irmão (Juan) e amigos. Todos eles têm um papel irado e um valor muito grande na minha vida tanto profissional quanto pessoal", continua o atleta.

Para finalizar, Rudá deixa um recado a todos os internautas do SurfBahia e Surf Ilhéus. "Obrigado a todos do site e aos internautas que torcem por mim. Sempre leio as mensagens e fico muito feliz com o apoio que vocês me dão! Viva Olivença, viva o Backdoor, viva a Bahia", conclui Rudá.

Surfar é sagrado!