domingo, 14 de novembro de 2010

Protesto no Sul

Surfistas batalham pelo fim das mortes por redes de pesca no Rio Grande do Sul. Foto: Divulgação


Por Redação Waves.com.br

Um grupo formado por simpatizantes, surfistas e familiares de vítimas das redes de pesca no litoral gaúcho reuniram-se na última quarta-feira (10/11) para uma grande manifestação pública em Porto Alegre (RS).

Pelo menos 140 jovens estiveram presentes em frente à Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, na tentativa de entregar um manifesto.

Familiares e amigos das vítimas querem que os deputados acelerem a votação do Projeto de Lei número 113/2010, apresentado por Luis Fernando Zachia, que encampou a iniciativa depois da saída do deputado estadual Sandro Boka para buscar a reeleição.

Depois do ato, os manifestantes dirigiram-se até o Ministério Público Estadual para protestar e pedir providências para que mais mortes não aconteçam na costa gaúcha.

O Rio Grande do Sul é o único lugar no mundo que ainda registra este tipo de ocorrência. Em todas as outras praias do planeta em que o surf é praticado, os pescadores não utilizam redes presas a cabos fixos oferecendo riscos para a vida dos atletas.

Outro problema que assola o estado é a falta de salva-vidas, principalmente nos finais de semanas e feriados prolongados, épocas de maior concentração de público nas beiras de praias.

Uma comissão formada por representantes dos atletas, familiares, salva-vidas civis, políticos e membros da FGSurf (Federação Gaúcha de Surf) foram recebidos por Luiz Carlos Ziomkowski, subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais.

Além dele, a promotora Lisandra Demari, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Ordem Urbanística e Questões Fundiárias do Ministério Público, ouviu relatos emocionados de mães de vítimas das redes de pesca.

“O que posso lhes assegurar é que o Ministério Público vai tomar uma atitude em relação a esses tristes episódios”, afirma Ziomkowski, que ressaltou aos participantes que será agendada uma reunião com os Promotores de Justiça do Litoral para definição das medidas cabíveis.

Uma das hipóteses é que um inquérito civil regional seja instaurado, objetivando decisões uniformes para todos os municípios. Em relação às redes fixas, Ziomkowski explica que a proibição destes equipamentos passa por uma questão judicial, não podendo ser definida exclusivamente pelo MP.

Já o presidente da Federação Gaúcha de Surf, Orlando Carvalho, falou sobre soluções concretas para o problema.

“Acreditamos que somente tirando os cabos das praias do Rio Grade do Sul teremos segurança. Não queremos tirar o trabalho ou o sustento de ninguém, mas encontrar alternativas até mais rentáveis para os pescadores que a colocação de redes de cabos fixos", comenta Carvalho.

"A solução pode ser a utilização de botes para que os pescadores coloquem suas redes em alto mar, ou pelo menos mais longe da rebentação onde os atletas surfam. Com estes botes a possibilidade dos pescadores capturarem peixes de valor agregado é muito maior e elimina os riscos de morte de surfistas. Seria a paz no nosso mar”, finaliza o presidente.

Esta manifestação pública integra o conjunto de ações que o Programa Praia Segura, Surf Legal, que a FGSurf desenvolve no Rio Grande do Sul com apoio de diversas entidades. O programa trabalha em diferentes eixos temáticos buscando a educação, segurança, lazer e promoção dos esportes náuticos.

A próxima manifestação pública está marcada para domingo (14/11), às 15 horas na Plataforma de Atlântida, no litoral Norte. Será promovido um protesto pedindo mais segurança para surfistas, banhistas e famílias nas praias do estado.

O grupo de manifestantes busca conscientizar as autoridades, veranistas e moradores, do descaso e falta de investimentos em segurança, um direito de todos.

Paralização em homenagem a Andy

Andy Irons, vencedor quatro vezes da Tríplice Coroa Havaiana. Foto: © ASP / Tostee.


Por Redação Waves.com.br

Independente das condições do mar, o Reef Hawaiian Pro está oficialmente paralisado neste domingo (14/11) em função do funeral e homenagens ao tricampeão mundial Andy Irons que acontecem no Kauai, Hawaii.

Válida como etapa Prime do WQS, a prova já havia sofrido dois adiamentos consecutivos por falta de ondas nos primeiros dias de janela e ainda não começou, porém as previsões indicam que o evento deve ter início em ondas com mais de 3 metros.

Uma nova chamada acontece às 16 horas (horário de Brasília) desta segunda-feira (15/11).

Estão inscritos na prova Paulo Moura, Messias Félix, Rudá Carvalho, Jerônimo Vargas, Yuri Sodré, Júnior Faria, Ricardo dos Santos, André Silva, Thiago Camarão e Marco Giorgi, uruguaio residente em Santa Catarina.

Em seguida, estreiam Alejo Muniz, Gabriel Medina, Bernardo Pigmeu, Pablo Paulino, Raoni Monteiro, Hizunomê Bettero, Willian Cardoso, Heitor Alves, Rodrigo Dornelles, Miguel Pupo e Wiggolly Dantas.

A terceira fase conta com Jadson André e Neco Padaratz.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Duelo de gigantes

Bruno Galini vence última etapa na Joaquina e segue na briga. Foto: Fábio Minduim / Maxsports.


Por Redação Waves.com.br

Nove surfistas de seis estados do país disputam o título brasileiro na grande final do Brasil Surf Pro 2010, que acontece de 8 a 12 de dezembro na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).

Dos seis, o único estado que ainda não aparece na galeria dos campeões brasileiros da Abrasp (Associação Brasileira de Surf Profissional), inaugurada em 1987, é o de Santa Catarina, do líder Jean da Silva.

Os principais adversários do catarinense são o potiguar Alan Jhones e o baiano Bruno Galini, que venceu a penúltima etapa, encerrada no dia 7 de novembro na praia da Joaquina, Florianópolis (SC).

Na decisão com o catarinense Diego Rosa, ele passou a ser o surfista que disputou mais baterias na temporada e já bateu recordes históricos na divisão principal do brasileiro, com a premiação de R$ 1 milhão nas cinco etapas programadas.

Para os outros seis concorrentes, só interessa a vitória na capital carioca. Além disso, Jean da Silva não pode passar da estreia na Barra da Tijuca, nem Bruno Galini chegar às quartas-de-final e Alan Jhones não ser um dos semifinalistas.

Esta é a única combinação de resultados que serve para os paulistas Hizunomê Bettero e Heitor Pereira, os cariocas Pedro Henrique e Leonardo Neves, o baiano Rudá Carvalho e o alagoano Tânio Barreto, na última etapa do Brasil Surf Pro 2010 no Rio de Janeiro.

A paulista Suelen Naraisa já confirmou o bicampeonato brasileiro por antecipação, festejando a terceira vitória nas quatro etapas completadas na Ilha de Santa Catarina.

No Masculino, nove ainda brigam pelo título que em 2009 foi conquistado por Messias Félix. Ele foi o primeiro campeão brasileiro do Ceará e agora Jean da Silva tenta colocar Santa Catarina na lista, pois os demais concorrentes são de estados que já têm surfistas na galeria dos campeões brasileiros da Abrasp.

O vice-líder Alan Jhones é de Baia Formosa, no Rio Grande do Norte de Joca Junior campeão de 1996. Bruno Galini e Rudá Carvalho são da Bahia, de Jojó de Olivença bicampeão em 1988/1992.

Hizunomê Bettero e Heitor Pereira são paulistas como o primeiro campeão, Paulo Matos (1987), e os bicampeões Tinguinha Lima (1990/1993), Ricardo Toledo (1991/1995) e Renato Galvão (2004/2007).

Pedro Henrique e o bicampeão brasileiro Léo Neves, que não chegou a tempo de competir na praia da Joaquina e caiu para 16º no ranking, mas continua com chances matemáticas de título, são cariocas como Gustavo Fernandes (2008) e Pedro Muller, campeão de 1989 e atual presidente da Abrasp, e do Rio de Janeiro de Victor Ribas (1997), que é de Cabo Frio. Fechando a lista dos candidatos ao título do Brasil Surf Pro 2010, o alagoano Tânio Barreto, que foi o número 1 do Brasil em 2001.

Além da maior premiação em 24 anos de Circuito Brasileiro, o Brasil Surf Pro 2010 já registrou outros recordes históricos na divisão principal inaugurada pela Abrasp em 2000.

O campeão na praia da Joaquina, Bruno Galini, passou a ser quem disputou mais baterias nas quatro etapas. Ele tinha igualado as 15 de Jean da Silva quando derrotou o novo líder do ranking na semifinal. Mas, Jean tem dois recordes no ano, 12 baterias vencidas e 80% de aproveitamento, melhor índice da temporada nas duas categorias.

Além de Jean, só dois surfistas superam esta marca no Masculino. Pablo Paulino tem 77,8% (7 vitórias em 9 baterias) e Alan Jhones, que perdeu de cara em Búzios e Florianópolis, agora tem 76,9%. Mesmo assim, esse índice das suas 10 vitórias em 13 baterias é o melhor dos 11 anos de história da divisão principal na categoria Masculina.

Recordes históricos Além desse, outro recorde histórico já registrado no Brasil Surf Pro 2010 foi o placar de 19.3 pontos do carioca Pedro Henrique na estreia da Brasil1 Esporte na organização do circuito em Ubatuba (SP). Na melhor onda que surfou em sua primeira bateria na praia de Itamambuca, Pedrinho ganhou a única nota 10 do ano e ainda somou um 9.33 para atingir imbatíveis 19.33 pontos.

Em Búzios, o atleta da equipe HD também fez a melhor apresentação em Geribá e a nota 9.50 recebida só foi igualada por Bruno Galini na semifinal com Jean da Silva na Joaquina. Já o segundo maior placar do ano é de Willian Cardoso (SC), que alcançou 16.67 pontos na sua segunda atuação em Búzios.

Melhores da história Pedro Henrique recebeu a 21º nota máxima em 11 anos de Divisão Principal e bateu um recorde histórico que ia completar quatro anos nesta temporada. Logo na etapa de estreia do Brasil Surf Pro em Ubatuba (SP), ele alcançou 19.33 pontos na praia de Itamambuca para superar os 18.70 do também carioca Simão Romão, conseguido em 2006 na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ).

Ranking Masculino do Brasil Surf Pro 2010 depois de quatro etapas

1 Jean da Silva (SC) – 2.740 pontos

2 Alan Jhones (RN) – 2.530

3 Bruno Galini (BA) – 2.420

4 Hizunomê Bettero (SP) – 2.330

5 Heitor Pereira (SP) – 2.260


Rudá se prepara no Hawaii

Rudá Carvalho representa a Bahia em Haleiwa a partir desta sexta-feira. Foto: Fabriciano Jr.


Por Redação Surfbahia.com.br

O baiano Rudá Carvalho já está no North Shore havaiano, onde representa a Bahia nas etapas do WQS que rolam em Haleiwa e Sunset Beach.

É a primeira vez que o surfista de Ilhéus entra em ação nas ondas havaianas.

O surfista já treina forte no arquipélago e está hospedado junto com os amigos Messias Félix, Heitor Alves e André Silva.

Na terceira bateria da primeira fase, Rudá encara os havaianos John John Florence, Sunny Garcia e Tyler Newton.

Na etapa seguinte, em Sunset Beach, a Bahia conta ainda com o reforço de Dennis Tihara, que também já está no Hawaii.

Confusão no BSP




Por Redação surfbahia.com.br

Uma grande confusão marcou o Brasil Surf Pro na Joaquina, Florianópolis (SC), cuja etapa foi vencida de forma brilhante pelo baiano Bruno Galini.

O carioca Leo Neves, candidato ao título da temporada, chegou atrasado para disputar a prova e se deu mal na disputa com Bruno Galini na terceira fase.

Neves vinha da Espanha, onde reside atualmente e estava disputando a etapa do WQS nas Ilhas Canárias.

O surfista havia sido derrotado na prova no domingo (31/10) e chegou a Florianópolis apenas no fim da tarde da quinta-feira, segundo dia da etapa brasileira.

Por telefone, Neves explicou à organização da prova que houve um atraso no voo e pediu que sua bateria fosse adiada para a manhã da sexta-feira, terceiro dia do Brasil Surf Pro.

O diretor técnico da Abrasp, Pedro Falcão, conversou com Bruno Galini e perguntou se ele queria competir no horário inicialmente estabelecido pela entidade ou queria esperar Leo Neves chegar.

Galini optou por cumprir o cronograma definido pela Abrasp e não esperou o adversário, que chegou pouco tempo depois da bateria.

Para piorar a situação de Leo Neves, a competição foi paralisada logo depois dessa bateria por falta de ondas, ficando algumas baterias pendentes para a manhã do dia seguinte.

Indignado, Neves criticou a entidade e também Bruno Galini. No canal Sportv, ele duvidou da capacidade do baiano e disse que queria ver Galini passar alguma bateria ou ganhar o evento.

As críticas do carioca foram respondidas com atuações de alto nível. Bruno Galini registrou as maiores pontuações da etapa e subiu ao topo do pódio, erguendo um cheque de R$ 25 mil.

Funeral da lenda acontecerá neste domingo

O funeral do tricampeão mundial Andy Irons acontece neste domingo (14/11) às 11 horas na praia de Pine Trees, Hanalei Bay, ilha de Kauai, Hawaii, onde o atleta cresceu e surfava desde garoto.

A cerimônia terá presença de familiares e amigos do ídolo, que faleceu aos 32 anos na cidade de Dallas, Texas (EUA), durante escala de voo de Porto Rico para o Hawaii.

Irons é o havaiano que mais vezes conquistou o título mundial - três vezes consecutivas de 2002 a 2004. Desde a data de sua morte (2/11), homenagens acontecem nos quatro cantos do mundo.

No Hawaii, Andy Irons era considerado uma lenda do surf. Tetracampeão da Tríplice Coroa Havaiana (título que reúne as três últimas etapas do circuito mundial), o filho de Kauai travou duelos inesquecíveis com Kelly Slater nas etapas do Pipe Masters, uma das mais tradicionais do Tour.

Em Kauai, Andy mantinha residência fixa com sua esposa Lyndie, e que está grávida de oito meses, e promovia anualmente junto com o irmão caçula, Bruce, o Irons Brothers Pine Trees Classic, uma das competições mais importantes da ilha para a revelação de novos talentos do surf local.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Bruno tenta fazer recorde virar título

Bruno Galini tem boas chances de conquistar o título brasileiro. Foto: James Thisted / Waves

Por Redação Waves.com.br

Nove surfistas de seis estados do país vão disputar o título brasileiro na grande final do Brasil Surf Pro 2010 na Barra da Tijuca, de 8 a 12 de dezembro no Rio de Janeiro (RJ).

E dos seis, o único que ainda não aparece na galeria dos campeões brasileiros da ABRASP, inaugurada em 1987, é Santa Catarina, do líder Jean da Silva.

Seus principais adversários são o potiguar Alan Jhones e o baiano Bruno Galini, que venceu a penúltima etapa no domingo em Florianópolis (SC).

Na decisão com o catarinense Diego Rosa na praia da Joaquina, ele passou a ser o surfista que disputou mais baterias na temporada que já bateu recordes históricos na Divisão Principal do Brasileiro, como a premiação de 1 milhão de reais.

Para os outros seis concorrentes, só interessa a vitória na capital carioca. Além disso, Jean da Silva não pode passar da estreia na Barra da Tijuca, nem Bruno Galini chegar as quartas de final e Alan Jhones não ser um dos semifinalistas.

Esta é a única combinação de resultados para os paulistas Hizunomê Bettero e Heitor Pereira, os cariocas Pedro Henrique e Leonardo Neves, o baiano Rudá Carvalho e o alagoano Tânio Barreto, na última etapa do Brasil Surf Pro 2010 no Rio de Janeiro.

A paulista Suelen Naraisa já confirmou o bicampeonato brasileiro por antecipação, festejando a terceira vitória nas quatro etapas completadas na Ilha de Santa Catarina. No masculino, nove ainda vão brigar pelo título que em 2009 foi conquistado por Messias Felix.

Ele foi o primeiro campeão brasileiro do Ceará e agora Jean da Silva vai tentar colocar Santa Catarina na lista, pois os demais concorrentes são de estados que já têm surfistas na “Galeria dos Campeões Brasileiros da ABRASP”.

O vice-líder Alan Jhones é de Baia Formosa, no Rio Grande do Norte de Joca Junior campeão de 1996. Bruno Galini e Rudá Carvalho são da Bahia, de Jojó de Olivença bicampeão em 1988/1992.

Hizunomê Bettero e Heitor Pereira são paulistas como o primeiro campeão, Paulo Matos (1987), e os bicampeões Tinguinha Lima (1990/1993), Ricardo Toledo (1991/1995) e Renato Galvão (2004/2007).

Pedro Henrique e o bicampeão brasileiro Léo Neves, que não chegou a tempo de competir na Praia da Joaquina e caiu para 16.o no ranking, mas continua com chances matemáticas de título, são cariocas como Gustavo Fernandes (2008) e Pedro Muller, campeão de 1989 e atual presidente da ABRASP, e do Rio de Janeiro de Victor Ribas (1997), que é de Cabo Frio.

Fechando a lista dos candidatos ao título do Brasil Surf Pro 2010, o alagoano Tânio Barreto, que foi o número 1 do Brasil em 2001.
Melhores do BSP Além da maior premiação em 24 anos de Circuito Brasileiro, 1 milhão de reais nas cinco etapas, o Brasil Surf Pro 2010 já registrou outros recordes históricos na Divisão Principal inaugurada pela ABRASP em 2000.

Também inicia sua própria história, com a nova organização da Brasil1 Esporte a partir deste ano. O campeão na praia da Joaquina, Bruno Galini, passou a ser quem disputou mais baterias nas quatro etapas.

Ele tinha igualado as 15 de Jean da Silva quando derrotou o novo líder do ranking na semifinal. Mas, Jean tem dois recordes no ano, 12 baterias vencidas e 80% de aproveitamento, melhor índice da temporada nas duas categorias.
Recordes históricos Além desse, outro recorde histórico já registrado no Brasil Surf Pro 2010 foi o placar de 19,33 pontos do carioca Pedro Henrique na estreia da Brasil1 Esporte na organização do circuito em Ubatuba (SP).

Na melhor onda que surfou em sua primeira bateria na Praia de Itamambuca, Pedrinho ganhou a única nota 10 do ano e ainda somou um 9,33 para atingir imbatíveis 19,33 pontos.

Em Buzios, o atleta da Equipe HD também fez a melhor apresentação em Geribá e a nota 9,5 recebida só foi igualada por Bruno Galini na semifinal com Jean da Silva na Joaquina. Já o segundo maior placar do ano é de Willian Cardoso (SC), que alcançou 16,67 pontos na sua segunda atuação em Buzios.

Ranking do Brasil Surf Pro 2010 depois de 4 etapas

1 Jean da Silva (SC) – 2.740 pontos
2 Alan Jhones (RN) – 2.530
3 Bruno Galini (BA) – 2.420
4 Hizunomê Bettero (SP) – 2.330
5 Heitor Pereira (SP) – 2.260
6 Pedro Henrique (RJ) – 2.230
7 Leonardo Neves (RJ) – 2.200
8 Rudá Carvalho (BA) – 2.160
9 David do Carmo (SP) – 2.110
10 Tânio Barreto (AL) – 2.100
11 Marcio Farney (CE) – 2.060
12 Franklin Serpa (BA) – 2.000
13 Renato Galvão (SP) – 1.930
14 Messias Felix (CE) – 1.910
14 Flavio Nakagima (SP) – 1.910
16 Odirlei Coutinho (SP) – 1.810